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FAQ

Abividro:

Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro.

 

ABNT:

Associação Brasileira de Normas Técnicas. É o órgão responsável pela normalização técnica no País. É quem recebe o projeto de norma aprovado pelas comissões de estudos para publicar as normas brasileiras. Em seu site (www.abnt.org.br), é possível encontras os textos dos projetos de normas na íntegra.

 

Abravid:

Associação Brasiliense de Vidraçarias

 

Abravidro:

Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos.

 

Abravis:

Associassão Brasileira de Vidro de Segurança

 

Acavime:

Associação de Câmaras de Vidro do Mercosul.

 

Adivipar:

Associação dos Distribuidores Industriais e Revendedores de Vidros do Estado do Paraná.

 

Caixa de texto: Amvid:
Associação Mineira do Comércio Atacadista, Varejista e dos Beneficiadores de Vidro.

Anavidro:
Associação Nacional de Vidraçarias.

Anodização:
A anodização é um processo eletroquímico de tratamento de superfície que permite preservar todas as qualidades do alumínio, protegendo-o contra agressividade do meio ambiente, a partir da criação de uma película de óxido de alumínio sobre sua superfície.

Anorvid:
Associação Norte-Nordeste de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos

Artglass:
Linha desenvolvida pela UBV de vidros decorativos para aplicação como revestimento de paredes e móveis.

Ascevi:
Associação Catarinense das Empresas Vidreiras.

Bay-Window 
Tipo de janela que se projeta para fora do edifício. 

Bisotê:
A decoração em vidro hoje é uma forte tendência no mercado, uma vez que deixa o ambiente muito mais sofisticado e possibilita a criação dos mais diversos projetos em vidro. O bisotê (acabamento chanfrado) é um tratamento especial de design nas bordas do vidro através da lapidação e polimento, dando um aspecto diferenciado às peças. Também serve para evitar acidentes e trincas, sendo aplicado principalmente para decoração e indústria moveleira. Em espelhos, móveis, portas, janelas e vitrais, o bisotê é sinônimo de cultura arquitetônica em projetos especiais. É aplicado principalmente na indústria moveleira. Ver também Vidro Bisotado

CB-37:
Comitê Brasileiro de Vidros Planos. É secretariado pela Andiv. Ele é o responsável pela coordenação e elaboração das normas de vidros planos. Sempre que se identifica a necessidade de se criar uma norma, o comitê reúne pessoas interessadas no produto em pauta (fabricantes, empresários, arquitetos, engenheiros, consumidores, estudantes, etc.) para formar a comissão de estudos e elaborar a norma. Depois disso, o projeto de norma passa pelo processo de consulta nacional, para análise da sociedade, sugestões e objeções técnicas.

CSM-21:
Comitê Setorial Mercosul de Vidros Planos. É responsável por desenvolver as Normas Mercosul para o segmento vidreiro. Os países do Mercosul estão representados no comitê com organismos próprios. A Argentina está representada pelo Instituto Argentino de Normalización y Certificación (Iram), o Paraguay, pelo Instituto Nacional de Tecnología y Normalización (INTN), o Uruguai, pelo Instituto Uruguayo de Normas Técnicas (Unit) e o Brasil, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Esses organismos têm como principal tarefa estruturar padrões comuns de produção e consumo, além de facilitar o intercâmbio comercial entre os países do mundo.

Colagem UV:
Técnica de colagem de vidros feita com cola especial à base de metacrilatos, isenta de solventes e agentes ácidos agressivos, além de possuir baixo odor. É um mono componente, de cura rápida, de alta viscosidade, alta resistência ao cisalhamento. A cura da cola UV ocorre quando exposto a radiação da luz ultravioleta, destacando-se por oferecer proteção anti-corrosiva além de boa resistência ao impacto e vibrações.

Cubas de Vidro:
Cubas de vidro estão sendo bastante utilizadas na decoração de lavabos e banheiros de alto padrão. Existem modelos em formatos e cores diversas. Ver também Vidro-Cubas.

Curso de Vidraceiro:
Único projeto conhecido, foi desenvolvido pela Abravidro em parceria com o Senai com o objetivo de capacitar profissionais na área do segmento vidreiro, com conhecimentos técnicos e de atendimento, além de noções de Oficina do Vidro, Teoria do Vidro, Desenho Técnico, Segurança do Trabalho e Técnicas de Gestão Pessoal.

Curso de Fusão de Vidros e Colagem Ultravioleta:
Criado pelo Senai, o curso complementa a formação do Curso do Vidraceiro.

Escola Técnica do Vidraceiro:
Único curso conhecido no mercado vidreiro, oferece capacitação profissional e todos os tipos de cursos específicos da área produtiva do vidro e alumínio para quem quer ingressar nesse mercado de trabalho. Mais detalhes podem ser vistos no endereço: www.escoladovidraceiro.com.br

Espelho:
Vidro com superfície lisa com alto índice de reflexão de luz. É produzido através da deposição de metais, principalmente prata, sobre o vidro, que depois recebe uma camada de tinta para proteção. A camada de prata é a responsável pela reflexão das imagens.

Espumas de PVC:
São fabricadas com PVC modificado e aditivado, resultando num material de alta resistência ao intemperismo. Utiliza-se adesivo acrílico na sua composição, obtendo-se melhor adesividade, o que proporciona segurança no trabalho e bom resultado final.

Estanho: 
O estanho é um metal macio e brilhante, extremamente maleável. A liga principal usada em produtos para decoração consiste em 93,5% de estanho, 5% de antimônio e 1,5% de cobre.O estanho é um dos mais antigos metais conhecidos pelo homem. Existem utensílios domésticos e armas feitas em bronze ( cobre com cerca de 15% de estanho), que remontam a 3500 a.C. Originalmente confinada à Bretanha e à Espanha, a exploração de estanho alargou-se aos países da Ásia e ao Congo, Nigéria e Bolívia. Como metal puro, o estanho é usado na construção de tubos e válvulas, na fabricação de recipientes para água destilada, cerveja e bebidas carbonatadas. Pode ainda ser usado em tanques de armazenamento, fusíveis, munições e, na forma de pó de estanho, papel metalizado para envolver alimentos, além de tintas e sprays. A cassiterita é encontrada principalmente em pegmatitos ou em rochas magmáticas chamadas "greisen". O nome Cassiterita deriva da palavra grega kassiteros, que significa estanho. 

Expo Acabamento:
Feira da Indústria de matérias para acabamento.

FENAVID:
Feira Nacional do Vidro,Alumínio,Molduras e Cia.

FESQUA:
Feira Internacional de Esquadrias,ferragens e componentes

Forno de Curvatura:
Equipamento capaz de produzir o vidro curvo. Uma chapa de float é introduzida no forno, sobre um molde. Esse vidro é aquecido para tomar a forma do molde e, em seguida, é resfriado.

Forno de Têmpera:
É nessa máquina que o vidro temperado é produzido. Nos equipamentos mais simples, o vidro é trabalhado verticalmente e sai do forno com marcas de pinça, devido à área de sustentação. Os fornos horizontais são mais sofisticados e têm maior capacidade de produção. Os temperados obtidos por esse sistema oferecem mais variações de tamanho e espessuras (chapas maiores e mais finas, inclusive), sem marcas de pinça.

Fusing:
Técnica artística artesanal a quente (baixa temperatura), de amolecimento e pintura do vidro para formar objetos de arte e de decoração . Consiste em dar forma ao vidro adquirindo todos os detalhes do molde.

Glass Build America:
Feira anual de vidros, janelas e portas realizada nos Estados Unidos

Glass Performance Days:
A maior conferência da indústria vidreira realizada em Tampere, na Finlândia, e organizada, pelo Grupo Glaston (responsável pelas marcas Tamglass e Z.Bavelloni).

Glass South America:
Maior feira do segmento vidreiro na América Latina, realizada em São Paulo. Organizada a cada dois anos pela Nielsen Business Media (ex-VNU Business Media), é destinada aos profissionais que buscam tecnologia avançada e tendências mundiais. Máquinas e equipamentos para fabricação, transformação e beneficiamento do vidro plano, vidros para construção civil, arquitetura, decoração, indústria moveleira e automotivos são alguns dos produtos presentes no evento, organizado pela VNU Business Media.

Glasstec:
A maior feira mundial do vidro. Bienal, o evento é realizado em Düsseldorf, na Alemanha.

Glazing:
É o tipo de fachada em que se utilizam vidros colados com silicone estrutural em caixilhos especiais. Então, pelo lado de fora do ambiente, o que se vê são apenas os vidros sem a interferência de caixilhos ou molduras.

Guarda-Corpos:
Proteção muito utilizada em sacadas, escadas e mezzaninos com altura de cerca de 1,10 m para evitar que as pessoas caiam.

IAB:
Instituto Brasileiro de Arquitetos

Inmetro:
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
É uma autarquia (forma de governo) federal brasileira, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Brasil).

Instituto Falcão Bauer da Qualidade:
Entidade credenciada pelo Inmetro para certificar o vidro temperado e o laminado da área automotiva, após análise do relatório final fornecido pelo laboratório. Ele também emite a licença para que a empresa utilize a marca de conformidade do produto. Mais detalhes podem ser vistos no endereço: www.falcaobauer.com.br

L. A. Falcão Bauer:
Centro Tecnológico de Controle da Qualidade, credenciado pelo Inmetro, é o único laboratório no Brasil autorizado para realizar testes rigorosos nos vidros de acordo com as normas brasileiras, regidas pela ABNT, para certificar a qualidade do produto. Mais detalhes podem ser vistos no endereço: www.ifbauer.org.br

Lapidação:
É o tratamento que o vidro recebe nas bordas para que não cause ferimentos e ganhe uma certa dose de resistência. Dá um aspecto diferenciado ao produto final. Existem diversos tipos de acabamento. Depois desse tratamento de recortes especiais, eles podem ser utilizados em tampos de mesa e de pia, móveis, prateleiras, esculturas, etc..

Mosaico:
Técnica artesanal a frio. Consiste em colar peças de vidro em placa rígida que serve como base

Murano: 
Desde o século XIII, a arte do vidro prosperava em Veneza. Na segunda metade do século XV iniciou-se o desenvolvimento de uma perícia excepcional na fusão de vidros coloridos, através de alquimia e experimentação, usada para criar objetos lisos ou multicoloridos (copos, pratos, cálices). São verdadeiras obras de arte, cheias de segredos tanto nas técnicas de sopro como na coloração através da adição de metais. Longos tubos de vidro têm a ponta derretida e posteriormente são soprados como se fossem balões de gás. O resultado são vidros de grande transparência e leveza. Por serem artesanais, não oferecem grande regularidade. 

NBR:
Norma Brasileira - Sigla para designar as normas brasileiras. Sempre vem seguida de alguns números que identificam cada produto. Assim, a NBR 14698, por exemplo, trata sobre o vidro temperado, enquanto a NBR 9491 fala sobre o vidro automotivo.

O Vidraceiro:
A revista com maior tiragem do setor, voltada para os empresários do ramo, vidraceiros, arquitetos, engenheiros, construtores, decoradores, estudantes e profissionais ligados à construção civil.

O Vidroplano:
Revista de publicação mensal, de abrangência nacional e países do Mercosul, dirigida ao mercado vidreiro. A maior, mais antiga e tradicional revista do setor é voltada para os empresários do ramo, vidraceiros, arquitetos, engenheiros, construtores, decoradores, estudantes e profissionais ligados à construção civil.

Painéis de Vidro "POLYVISION":
Os painéis de vidro "Polyvision" representam um avanço tecnológico na área, excelentes como solução para ambientes que necessitem privacidade e segurança visual, tais como salas de conferência, data-shows, escritórios executivos, UTIs hospitalares, etc. Com um simples toque de botão, a lâmina de cristais líquidos é ativada, deixando o vidro transparente. Desativado, fica opaco, com aparência leitosa. Constituídos por duas chapas de vidro, unidas por uma lâmina de cristal líquido, são fornecidos em dimensões de até 950 x 2400 mm, podendo ter  espessuras variáveis de 8 a 14 mm.

Pele de vidro:
Sistema de fachada. Primeiramente, as colunas são instaladas. Depois, aplicam-se os quadros de alumínio e vidros.

Produtos Vítreos de Base:
Entendem-se como produtos de base, os materiais vítreos que se aplicam do modo como são fabricados, isto é, sem que seja preciso submetê-los a elaboração posterior, na superfície ou nas bordas, por causa do corte. Ao serem transformados resultam em produtos de segurança, decoração, ornamentação, domésticos, automobilísticos, etc., mantendo ou ampliando suas características técnicas originais. Existem no comércio três famílias fundamentais: vidros estirados, cristal float-glass e vidros impressos.

PVB (polivinil butiral):
Trata-se do polivinil butiral. Uma das matérias-primas utilizadas na fabricação de vidro laminado, é uma película plástica e elástica aplicada entre as chapas de vidro. Pode ser utilizado na laminação de vidro float e do impresso. É nessa película que os fragmentos de vidro ficam presos em caso de quebra. É encontrado em diversas cores no mercado.

Resina:
Material usado para laminar o vidro. A resina também oferece uma grande variedade de cores. Assim como o PVB, pode ser aplicada em vidro impresso e float.

Roldanas:
Componente utilizado em janela ou porta de correr com a finalidade de proporcionar o movimento de abertura e fechamento, instalada na travessa inferior ou superior.

Silicones Vedantes:
O Silicone foi descoberto na Europa entre 1823 e 1935, onde pesquisadoras descobriram o uso da sílica como elemento de vedação.

Simpovidro:
Simpósio bienal realizado pela Andiv - É um dos mais importantes do ramo vidreiro na América Latina. Tem por objetivo oferecer aos empresários do setor alguns dias em dezembro para atualização profissional, oportunidades de negócios e de integração entre os participantes. Palestras e exposições de produtos também fazem parte do Simpovidro. A cada nova edição, o evento é realizado em uma região brasileira para prestigiar seus empresários.

Sinbevidros:
Sindicato das Indústrias de Beneficiamento e Transformação de Vidros e Cristais do Estado de São Paulo

Sincavesp:
Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos de São Paulo.

Sincavidro:
Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos do Rio de Janeiro.

Sincavidroj:
Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos do Rio de Janeiro

Sincomavi:
Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismo, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande São Paulo.

Sindividro:
Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmica de Louça e Porcelana no Estado do Rio Grande do Sul

Sindividro:
Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmica de Louça e Porcelana no Estado do Rio Grande do Sul

Sistema de Envidraçamento de Sacadas:
Composto por painéis de vidro, que possui, entre outras características, abertura total ou parcial dos painéis de vidro, várias possibilidades de formas e ângulos de abertura, ampla visão e proteção contra intempéries.

Sistema Grid:
Originalmente, era essa a concepção das fachadas cortinas. Tem colunas aparentes que estruturam a fachada. As travessas horizontais também são aparentes. São reconhecidas por apresentar linhas horizontais e verticais ao observador externo.

Sistema Unitizado:
É o mais moderno sistema de fachada no Brasil. A coluna é dividida em duas partes e, conseqüentemente, a esquadria configura-se em módulos. A montagem dos módulos é feita pelo lado interno do edifício.

Sopro em Cana:
Técnica artesanal a quente (alta temperatura) para fabricação de vidro artístico. Neste processo, a ponta da cana - um tubo de aço inox - é mergulhada no forno para retirar o vidro incandescente. Em seguida, sopra-se a cana para criar uma bolha de ar e trabalha-se a peça.

Sopro em tocha (maçarico):
Técnica artesanal a quente (alta temperatura) para fabricação de vidro artístico. Num calor de aproximadamente 1500ºC, o maçarico lança a chama e derrete o vidro em bastão, dando forma e moldando objetos com auxílio de pinça, alicate e tesoura.

Spider Glass:
O Spider Glass é uma solução de envidraçamento exterior que permite a fixação dos vidros à estrutura por intermédio de ferragens especiais articuladas.

Structural Glazing:
Tipo de fachada cortina. É um envidraçamento estrutural com pouca ou nenhuma estrutura de aço ou alumínio. O vidro deve ser temperado, mas pode receber outro beneficiamento também.

Tecnologia e Vidro:
Revista voltada para os empresários do ramo, vidraceiros, arquitetos, engenheiros, construtores, decoradores, estudantes e profissionais ligados à construção civil.

Tijolos de Vidro:
Esse material permite a passagem de até 75% de luminosidade e é bastante eficiente no isolamento termoacústico. Não tem função estrutural e só pode suportar outros tijolos de vidro. Possuí 20cm de altura x 20cm de largura, com espessuras de 6, 8 ou 10cm. Não é recomendável a utilização dos blocos de vidro em ambientes fechados que atinjam altas temperaturas, como saunas etc.

Vidro Acetinado: 
Com o objetivo de ser usado em decoração, o vidro acetinado semitransparente é fabricado fosco, qualidade se destaca pela homogeneidade e resistência do produto, que não se desgasta com a manutenção constante, se destacando pela transmissão luminosa e seu efeito difusor. Perfeitamente homogêneo e suave ao tato, pode ser utilizado para vários fins, ou seja, para paredes divisórias, que separam os ambientes com grande discrição, e para revestimentos de móveis, com resistência contra manchas, abrasões e ação anti-reflexo. Ver também Vidro Fosco, Vidro Acidado e Vidro Jateado.

Vidro Acidado:
Podendo ser fabricado de forma artesanal ou industrial, ele é submetido a uma solução ácida que age no vidro de modo controlado, criando texturas, desenhos, letras, dando um aspecto de translucidez. No processo artesanal, as estampas são criadas sob encomenda. Já no industrial, o vidro é colocado em máquinas que permitem que ele possa apresentar aparência totalmente translúcida, colorida totalmente translúcida, translúcido decorado com listras brilhantes e desenhos florais, geométricos e artísticos padronizados.

Vidro Acústico:
Vidro que apresenta um bom desempenho para isolação acústica. Ele pode ser duplo ou ainda laminado, dependendo da atenuação por faixa de frequência (Hz) desejada.

Vidro Antélio:
É um cristal reflexivo que se inclui na categoria dos vidros de controle solar. Enquanto cristal reflexivo, o Antélio cumpre três funções básicas: melhor controle de insolação, maior conforto visual e efeito estético requintado. É fabricado atualmente tendo somente como suporte o float incolor ou colorido recozido e de perfeita planimetria. Uma de suas faces recebe uma camada de óxidos metálicos que garante uma reflexão predeterminada em função da irradiação solar.

Vidro Antifogo:
Sem malha metálica, são vidros laminados compostos por várias lâminas intercaladas com material químico transparente que se funde e dilata em caso de incêndio. Ver Vidro Corta-fogo e Vidro Resistente ao Fogo.

Vidro Anti-Reflexo:
É ideal para ser aplicado onde se deseja eliminar reflexos luminosos. O anti-reflexo é um vidro impresso, com impressão bem suave de microtexturas e possui capacidade muito grande de difundir a luz. Sendo laminado com outro vidro anti-reflexo, o vidro acaba por adquirir certa opacidade, ficando bem parecido com o acidado.  É muito usado para quadros, porta-retratos e painéis.

Vidro Antivandalismo:
Desenvolvidos com uma tecnologia especial de laminação, o multilaminado antivandalismo possui alta resistência mecânica e capacidade de suportar fortes impactos, conservando a transparência original do vidro. É composto por mais de duas lâminas de vidro intercaladas por uma ou mais camadas de PVB (polivinil butiral) ou resina. São especialmente indicados para Vitrinas de lojas de luxo, Jaulas envidraçadas para animais selvagens, Cadeias, Casas de câmbio, Lojas de antiguidade, Casas de armas, Relojoaria, Joalherias, Bancos, Hospitais psiquiátricos, etc. Ver também Vidro Multilaminado.

Vidro Aramado:
É um vidro impresso translúcido incolor, um pouco diferente dos outros, pois possui uma rede metálica de malha quadriculada em seu interior, incorporada à massa do vidro. É essa rede que retém os cacos no caso de quebra. Considerado um vidro de segurança, o aramado é versátil e pode estar em coberturas, divisórias, guarda-corpo, móveis, tampos, etc.

Vidro Autolimpante:
Com aplicação especial para fachadas, este produto é feito diretamente na linha de produção do vidro float, possuindo possui uma camada metalizada de mineral fotocatalítico e hidrófilo, que tem como principal componente o óxido de titânio, formando, assim, uma camada protetora de longa duração. Os raios ultravioletas do sol ativam as propriedades autolimpantes do vidro, não deixando a sujeira fixada na superfície da chapa. Como é um produto hidrofílico, a água em contato com o vidro se dispersa e escorre de maneira uniforme, levando a sujeira acumulada embora num efeito contínuo.

Vidro Baixo Emissivo (Low Emissivity Glass):
Também conhecido como vidro low-e, é transparente, com um leve tom esverdeado ou azulado, sendo um importante aliado da estética das fachadas, pois auxilia no controle solar, sem criar o indesejável efeito espelho. É fabricado com a deposição de uma fina camada metálica em uma de suas faces, formando um filme protetor que filtra os raios solares, permitindo, ao mesmo tempo, a passagem de luz natural e a transparência térmica entre dois ambientes. Ver também Vidro low-e.

Vidro Bisotado:
O vidro, quando recebe o acabamento em bisotê, tem um tratamento especial nas bordas (para evitar acidentes e trincas), que são lapidadas e polidas de forma a transmitir uma idéia de leveza e beleza. O acabamento biselado ou chanfrado é conseguido por meio da lapidação e polimento. Em móveis, portas, janelas e vitrais, o vidro bisotê é sinônimo de cultura arquitetônica em projetos especiais. É aplicado principalmente na indústria moveleira. Ver também Bisotê.

Vidro Blindado:
Desenvolvido como proteção e para ser resistente a projéteis, tais como disparos de armas de fogo ou objetos lançados contra ele, é fabricado através de um processo de calor e pressão, que utiliza intercaladamente duas ou mais lâminas de vidro (PVB - polivinil butiral) ou resina, poliuretano e lâminas de policarbonato. São as camadas plásticas existentes entre as várias lâminas de vidro que amortecem o impacto e oferecem a resistência para aumentar a segurança.

Vidro Colorido:
Existem três formas de produção industrial de vidro colorido: aplicação de aditivos na massa, deposição de camada refletiva e laminação de película plástica colorida.

Vidro Composto:
Apesar de não ser uma denominação usual, os vidros laminados e os insulados podem ser chamados de compostos.

Vidro Comum:
O vidro é uma substância inorgânica, amorfa e fisicamente homogênea, obtida por resfriamento de uma massa em fusão que endurece pelo aumento contínuo de viscosidade até atingir a condição de rigidez, mas sem sofrer cristalização (Barsa). Industrialmente pode-se restringir o conceito de vidro aos produtos resultantes da fusão, pelo calor, de óxidos ou de seus derivados e misturas, tendo em geral como constituinte principal a sílica ou o óxido de silício (SiO2), que, pelo resfriamento, endurecem sem cristalizar. Trata-se de produto não biodegradável, apresentando-se em diversos formatos, utilidades, utensílios, com cores e dimensões variadas. Ver também Vidro Float.

Vidro Corta-Fogo:
Barra tanto a chama como o calor. Ver também Vidro  Antifogo e Vidro Resistente ao Fogo.

Vidro Craquelado:
Composto por uma camada interna de vidro temperado e duas camadas externas de vidro comum e duas lâminas de resina. Apresenta textura composta por uma infinidade de trincas que difundem a luminosidade do ambiente.

Vidro-Cubas:
Cubas de vidro estão sendo bastante utilizadas na decoração de lavabos e banheiros de alto padrão. Existem modelos em formatos e cores diversas. Ver também Cubas de Vidro.

Vidro Curvo:
Para fabricar esse vidro, é preciso colocá-lo sobre um molde, instalado dentro do forno de curvatura. Ele é aquecido em altíssima temperatura para que tome a forma do molde e em seguida é resfriado. É aplicado nas indústrias automotiva, de linha branca, moveleira e construção civil.

Vidro de Murano: 
Desde o século XIII, a arte do vidro prosperava em Veneza. Na segunda metade do século XV iniciou-se o desenvolvimento de uma perícia excepcional na fusão de vidros coloridos, através de alquimia e experimentação, usada para criar objetos lisos ou multicoloridos (copos, pratos, cálices). São verdadeiras obras de arte, cheias de segredos tanto nas técnicas de sopro como na coloração através da adição de metais. Longos tubos de vidro têm a ponta derretida e posteriormente são soprados como se fossem balões de gás. O resultado são vidros de grande transparência e leveza. Por serem artesanais, não oferecem grande regularidade. Ver também Murano.

Vidros de Segurança:
O vidro é chamado de segurança quando sua tecnologia de fabricação ou sua montagem permite reduzir a probabilidade dos acidentes por choques, por deformação ou por incêndio. . Ver também Vidro Blindado.

Vidro Duplo:
Também conhecido como insulado, o vidro duplo é um conjunto de duas ou mais chapas de vidro intercaladas por uma câmara de ar desidratado ou gás argônio. O duplo envidraçamento pode ser composto por qualquer tipo de vidro, o que aliás, acaba melhorando seu desempenho termoacústico. Oferece conforto acústico quando ao menos uma das chapas de vidro é laminada ou há variação de espessuras. O conforto térmico provém da redução de troca de calor dos vidros com o interior do ambiente. Atualmente, existem, inclusive, persianas que são aplicadas entre as chapas e podem ser acionadas de três modos diferentes: motor, cordão e haste. É ideal para fachadas, divisórias, coberturas, etc. Ver também Vidro Insulado e Vidro Termo Acústico.

Vidro Duplo com Cristal Líquido:
 O SGG PRIVA-LITE Santa Marina Vitrage, é um vidro laminado, composto por duas chapas de vidro, incolor ou colorido, entre os quais é colocado um filme de cristais líquidos em um campo elétrico. Quando este campo é ativado, os cristais líquidos se alinham, tornando o SGG PRIVA-LITE um vidro transparente. Quando o campo magnético é desativado, o vidro passa a ser translúcido, podendo ser repetida a operação quantas vezes for desejado.

Vidro Extra-Clear:
É o vidro mais claro e transparente que existe, pois sua massa não tem cor e, por isso, é ideal para vidros pintados e linha de serigrafia. Essa característica reforça e assegura a fidelidade do tom da tinta aplicada sem comprometer o resultado final. Pode ser laminado, temperado e aplicado em locais que necessitem de transparência e qualidade óptica.

Vidro Estrutural:
O Vidro Estrutural é também denominado U-glas. É um vidro perfilado autoportante, com formato em U. A seção resistente de suas barras é a sua principal prerrogativa. Vinculadas ás estruturas perimetrais, elas permitem envidraçar amplos vãos. Apresenta como características: Incolor, medidas fixas com comprimento variável, transmissão luminosa de maneira difusa (translucidez), poder fono isolante além de ser considerado elemento acabado pré-fabricados para janelas e portas. O vidro estrututural pode ser utilizado em galpões industriais, lojas, laboratórios, centros esportivos, divisórias internas, fechamento de escadas externas, coberturas e marquises. Ver também Vidro U-glas.

Vidro Fantasia:
É um vidro translúcido, que recebe em uma ou ambas as faces, através da passagem da massa de vidro entre dois cilindros, a texturização de um desenho (padrão ou estampa). Não provem do vidro float e, por isso, tem fabricação em forno próprio e técnica diferenciada, sendo conhecido também como vidro impresso, podendo receber beneficiamentos como: laminação, têmpera, espelhamento, jateamento e bisotê. É aplicado em tampos de mesa, divisórias, portas, pisos, revestimentos de paredes, tetos, etc. Ver também Vidro Impresso.

Vidro Float:
É qualquer tipo de vidro fabricado pelo processo de flutuação (float glass). Nele, a matéria-prima quase liquefeita é derramada sobre um leito de estanho derretido, sobre o qual o vidro flutua e se espalha, buscando seu nível natural, assumindo a forma de uma lâmina lisa e contínua. Enquanto desliza controlada e vagarosamente ao longo do percurso de centenas de metros, a massa vai se esfriando naturalmente. A superfície é inspecionada para controle de qualidade, por computadores e, finalmente, cortada em chapas. A espessura final do vidro é definida pela variação da velocidade com que a lâmina se move no trajeto, podendo variar de 3 a 20 mm. Atualmente, 98% do vidro no Brasil é fabricado por este processo, sendo produzido incolor e colorido. Pode ser aplicado em Janelas, Fachadas, Boxes, Portas, Tampos de mesa, Prateleiras e outros diversos usos.

Vidro Fosco:
A técnica artesanal de fabricar vidro fosco é antiga e já passou por diversas evoluções. Atualmente, o vidro fosco é feito em cabina fechada, sem contato com o artesão. Não existe mais a utilização da areia, mas sim de pós abrasivos mais eficientes e menos tóxicos. Proporciona a privacidade parcial dos ambientes, ao mesmo tempo em que mantém sua luminosidade com luz difusa. É indicado para tampos de mesa, divisórias, placas de sinalização, troféus, brindes, janelas e na composição de portas sociais. Permite ser temperado, laminado, curvado, compondo ou fazendo parte de insulados ou duplos. Hoje, adquiri-se com facilidade, o vidro fosco feito em fábrica e conhecido como Vidro Acetinado. Ver também Vidro Jateado, Vidro Acidado e Vidro Acetinado.

Vidro Fotovoltaico:
Pequenas lâminas de células fotovoltaicas fabricadas com silício, um material semicondutor, são instaladas em vidros simples, laminados ou duplos e dão origem aos vidros fotovoltaicos. Esses vidros permitem a absorção da radiação solar e convertem a energia em eletricidade. Cada painel de vidro pode abrigar diversas células ligadas entre si. Fios instalados no interior dos perfis de alumínio conduzem a energia elétrica de um painel para outro, sucessivamente, até as baterias de armazenamento. Na Europa, onde a escassez de energia elétrica vem se tornando cada vez mais preocupante, os vidros fotovoltaicos estão entre as soluções utilizadas em fachadas e coberturas para ganhos em eficiência energética e altíssimo desempenho ambiental das edificações.

Vidro impresso:
É um vidro translúcido, que recebe em uma ou ambas as faces, através da passagem da massa de vidro entre dois cilindros, a texturização de um desenho (padrão ou estampa). Não provem do vidro float e, por isso, tem fabricação em forno próprio e técnica diferenciada, sendo conhecido também como vidro fantasia, podendo receber beneficiamentos como: laminação, têmpera, espelhamento, jateamento e bisotê. É aplicado em tampos de mesa, divisórias, portas, pisos, revestimentos de paredes, tetos, etc. Ver também Vidro Fantasia.

Vidro Insulado:
Também conhecido como duplo ou termoacústico, o vidro insulado é um conjunto de duas ou mais chapas de vidro intercaladas por uma câmara de ar desidratado ou gás argônio. O duplo envidraçamento pode ser composto por qualquer tipo de vidro, o que aliás, acaba melhorando seu desempenho termoacústico. Oferece conforto acústico quando ao menos uma das chapas de vidro é laminada ou há variação de espessuras. O conforto térmico provém da redução de troca de calor dos vidros com o interior do ambiente. Atualmente, existem, inclusive, persianas que são aplicadas entre as chapas e podem ser acionadas de três modos diferentes: motor, cordão e haste. É ideal para fachadas, divisórias, coberturas, etc. Ver também Vidro Duplo e Vidro Termo Acústico.

Vidro Jateado:
A técnica artesanal de jateamento de vidro é antiga e já passou por diversas evoluções. Atualmente, o vidro jateado é feito em cabina fechada, sem contato com o artesão. Não existe mais a utilização da areia, mas sim de pós abrasivos mais eficientes e menos tóxicos. Proporciona a privacidade parcial dos ambientes, ao mesmo tempo em que mantém sua luminosidade com luz difusa. É indicado para tampos de mesa, divisórias, placas de sinalização, troféus, brindes, janelas e na composição de portas sociais. Permite ser temperado, laminado, curvado, compondo ou fazendo parte de insulados ou duplos. Ver também Vidro Fosco, Vidro Acidado e Vidro Acetinado.

Vidro Laminado:
O vidro laminado é composto por duas ou mais lâminas de vidro, intercaladas com uma ou mais películas de PVB (Polivinil Butiral), material plástico de alta resistência, múltipla elasticidade e grande aderência. A laminação é feita a quente, através de processo industrial em autoclave, e pode ser produzida com diferentes tipos de vidros. Este tipo de vidro também pode ser multilaminado, processado com tecnologia especial de laminação, apresentando alta resistência a perfuração suportando fortes impactos. Em caso de quebra, mantém o vão fechado, pois retêm os fragmentos aderidos ao PVB, reduzindo o risco de lesões corporais ou danos materiais.

Vidro Lapidado:
Vidro com bordas lisas e não-cortantes, obtidas após o processo de lapidação. Pode ser utilizado em tampos de mesa, móveis, prateleiras etc. Ver também Lapidação.

Vidro low-e (low emissivity glass):
Também conhecido como vidro low-e, é transparente, com um leve tom esverdeado ou azulado, sendo um importante aliado da estética das fachadas, pois auxilia no controle solar, sem criar o indesejável efeito espelho. É fabricado com a deposição de uma fina camada metálica em uma de suas faces, formando um filme protetor que filtra os raios solares, permitindo, ao mesmo tempo, a passagem de luz natural e a transparência térmica entre dois ambientes.Vidro metalizado a vácuo: O vidro refletivo metalizado a vácuo é um produto desenvolvido para ,através do controle de entrada de calor no ambiente,proporcionar maior conforto e economia ao usuário.

Vidro Metalizado (Pirolítico):
São chamados, popularmente, de espelhados. Há dois métodos de fabricação: On Line (pirolítico) ou Off Line (vácuo). Pelo sistema On Line, a camada metalizada é pulverizada com óxidos metálicos durante a fabricação do float, garantindo durabilidade e homogeneidade ao produto. No processo Off Line, a chapa de vidro passa por uma câmara mantida à vácuo, onde recebe a deposição de átomos de metal sobre uma de suas faces. É um vidro com desempenho energético, ou seja, é capaz de melhorar o dimensionamento do ar-condicionado e interferir no grau de transmissão luminosa e de calor para dentro do ambiente. Ver também Vidro Pirolítico e Vidro Refletivo.

Vidro Monolítico:
É o vidro simples, composto por uma única lâmina.

Vidro Multilaminado:
Desenvolvidos com uma tecnologia especial de laminação, o multilaminado antivandalismo possui alta resistência mecânica e capacidade de suportar fortes impactos, conservando a transparência original do vidro. É composto por mais de duas lâminas de vidro intercaladas por uma ou mais camadas de PVB (polivinil butiral) ou resina. São especialmente indicados para Vitrinas de lojas de luxo, Jaulas envidraçadas para animais selvagens, Cadeias, Casas de câmbio, Lojas de antiguidade, Casas de armas, Relojoaria, Joalherias, Bancos, Hospitais psiquiátricos, etc.

Vidro Opalino: 
O vidro opalino (branquinho) de excelente qualidade é feito em camadas, como um sanduíche: uma das camadas é transparente e a outra é leitosa. O melhor vidro é proveniente da Europa e é naturalmente transparente devido à sua composição (solo da região). A camada branca é feita através da adição de um composto calcáreo (cerâmico) ao vidro, que garante a perfeita difusão da luz através de suas paredes.O acabamento acetinado é dado através de um banho ácido (diferente do jato de areia), que deixa uma superfície regular e sedosa no vidro. 

Vidro para Piscina e Aquários:
São projetados para suportarem a pressão hidrostática. Os fabricantes de visores possuem um departamento técnico que orienta sobre o cálculo das espessuras a serem utilizadas em cada caso. O vidro a ser utilizado deverá ser obrigatoriamente laminado. Geralmente, são especificados um conjunto composto de pelo menos três chapas de laminados. Também é possível combinar esse conjunto com algumas lâminas de temperado, mas nunca ele sozinho.

Vidro Pára-chama:
 Impede a propagação do fogo, mas deixa o calor passar para outro ambiente. Ver também Vidro  Antifogo, Vidro Corta-Fogo e Vidro Resistente ao Fogo.

Vidro Pintado a Frio:
Recomendada especialmente para ambientes internos, a pintura a frio é feita com uma espécie de pistola (compressor). Ver Vidro Serigrafado.

Vidro Pintado a Quente:
Trata-se de um vidro float que recebe em sua superfície uma camada de esmalte cerâmico, sendo posteriormente temperado, proporcionando resistência e durabilidade da camada serigrafada. Além do aspecto estético, a relação entre as áreas transparentes e cobertas pelo desenho resulta em diferentes níveis de sombreamento e transmissão de luz, tornando-o eficiente para a função de controle solar. Apresenta as seguintes vantagens: Controle da transmissão de luz e calor, Privacidade, Efeito estético e Flexibilidade ao projeto arquitetônico. Pode ser utilizado interna ou externamente. Ver Vidro Serigrafado.

Vidro Pirolítico (Refletivo):
Chamados comumente de vidros espelhados, os refletivos pirolíticos são usados para controle solar e se destacam pela resistência de sua camada metalizada. No processo de metalização on-line, a deposição da camada refletiva ocorre durante a fabricação do vidro float, por pulverização de óxidos metálicos, o que garante durabilidade e homogeneidade da camada refletiva. Além do efeito estético moderno que proporcionam e da privacidade que oferecem durante o dia, quando impedem a visão para o lado de dentro da fachada, os vidros pirolíticos têm, como principal função, o controle solar aliado a alta transmissão luminosa. Neste último aspecto possui bom desempenho, sendo indicado para fachadas ou locais que exigem moderado controle do calor solar. Ver também Vidro Refletivo e Vidro Metalizado.

Vidro Prensado: 
Quando o vidro está em estado líquido, é prensado entre duas partes de um molde, possibilitando diversos formatos e superfícies elaboradas. Esta fabricação ocorre somente em grandes quantidades, devido ao grande investimento em moldes e fornos, e produz vidros mais resistentes a impactos e choques térmicos. Suas paredes são mais grossas e o processo elimina as tensões internas das moléculas do vidro, pois a massa já é acomodada no molde no formato definitivo. 

Vidro Prismático: 
É um tipo de vidro prensado em molde. Os diversos tipos de prismas permitem direcionar o facho luminoso de acordo com sua forma e distribuição na superfície do vidro. 

Vidro Recozido:
É a etapa final de fabricação do vidro float ou do vidro impresso, sem nenhum tipo de transformação. Podemos falar em vidro recozido, pois o processo pelo qual ele passa para alívio das tensões de processamento no final da sua fabricação é chamado de recozimento. Ver também Vidro Float.

Vidro Refletivo:
São chamados, popularmente, de espelhados. Há dois métodos de fabricação: On Line (pirolítico) ou Off Line (vácuo). Pelo sistema On Line, a camada metalizada é pulverizada com óxidos metálicos durante a fabricação do float, garantindo durabilidade e homogeneidade ao produto. No processo Off Line, a chapa de vidro passa por uma câmara mantida à vácuo, onde recebe a deposição de átomos de metal sobre uma de suas faces. É um vidro com desempenho energético, ou seja, é capaz de melhorar o dimensionamento do ar-condicionado e interferir no grau de transmissão luminosa e de calor para dentro do ambiente. Ver também Vidro Pirolítico e Vidro Metalizado.

Vidro Resistente a Balas: 
Desenvolvido como proteção e para ser resistente a projéteis, tais como disparos de armas de fogo ou objetos lançados contra ele, é fabricado através de um processo de calor e pressão, que utiliza intercaladamente duas ou mais lâminas de vidro (PVB - polivinil butiral) ou resina, poliuretano e lâminas de policarbonato. São as camadas plásticas existentes entre as várias lâminas de vidro que amortecem o impacto e oferecem a resistência para aumentar a segurança.  Ver também Vidro Blindado.

Vidro Resistente a Riscos:
Possui uma camada protetora transparente e permanente, resistente à ação mecânica e abrasiva, incorporada a uma de suas faces.

Vidro Resistente ao Fogo:
Sem malha metálica, são vidros laminados compostos por várias lâminas intercaladas com material químico transparente que se funde e dilata em caso de incêndio. Ver também Vidro Antifogo e Vidro Corta-Fogo.

Vidro Serigrafado:
Existem dois processos para se produzir esse tipo de vidro. No processo frio, uma tinta cuja cura é feita por luz ultravioleta é aplicada no vidro para que adquira cor e textura. É um processo mais rápido e fácil, porém, a textura não fica totalmente incorporada à lâmina, podendo ser retirada com objetos pontiagudos ou estiletes. Ver também Vidro Pintado a Frio. No processo quente, o mais utilizado, um esmalte cerâmico (tinta vitrificada) é aplicado na lâmina e em seguida o vidro passa pela têmpera para que os pigmentos sejam incorporados a ele, tornando-o um vidro temperado. Pode ser aplicado em vitrinas, boxes, fachadas, divisórias, portas, etc. Ver também Vidro Pintado a Quente.

Vidro Soprado (oco):
Vidro de produção artesanal , é fabricado através da técnica do sopro, processo em que se colhe uma bola de vidro na ponta de um tubo de aço, chamado de Cana e sopra-se com a boca até surgir o formato desejado, sendo trabalhado pelo artesão até a obtenção da forma final. Este processo pode ser em moldes ou não, sendo resfriada lentamente e pode ser cortada e utilizada em vitrais.

Vidro Temperado:
Obtido por meio de aquecimento gradativo e resfriamento abrupto num forno de têmpera (vertical ou horizontal), o temperado, antes de tudo, é um vidro de segurança. Em caso de quebra, fragmenta-se em pedaços pouco cortantes e bem pequenos. Depois de temperado, o vidro não pode ser beneficiado, cortado, furado, etc. É muito utilizado na construção civil, indústria automotiva e recentemente, na decoração. É também o único vidro que pode ser aplicado como porta sem a utilização de caixilhos.

Vidro Termo-Acústico:
Também conhecido como insulado ou duplo, o vidro termoacústico é um conjunto de duas ou mais chapas de vidro intercaladas por uma câmara de ar desidratado ou gás argônio. O duplo envidraçamento pode ser composto por qualquer tipo de vidro, o que aliás, acaba melhorando seu desempenho termoacústico. Oferece conforto acústico quando ao menos uma das chapas de vidro é laminada ou há variação de espessuras. O conforto térmico provém da redução de troca de calor dos vidros com o interior do ambiente. Atualmente, existem, inclusive, persianas que são aplicadas entre as chapas e podem ser acionadas de três modos diferentes: motor, cordão e haste. É ideal para fachadas, divisórias, coberturas, etc. Ver também Vidro Insulado e Vidro Duplo.

Vidro U-glas:
O U-glas é também denominado vidro estrutural. É um vidro perfilado autoportante, com formato em U. A seção resistente de suas barras é a sua principal prerrogativa. Vinculadas ás estruturas perimetrais, elas permitem envidraçar amplos vãos. Apresenta como características: Incolor, medidas fixas com comprimento variável, transmissão luminosa de maneira difusa (translucidez), poder fono isolante além de ser considerado elemento acabado pré-fabricados para janelas e portas. O U-glas pode ser utilizado em galpões industriais, lojas, laboratórios, centros esportivos, divisórias internas, fechamento de escadas externas, coberturas e marquises. Ver também Vidro Estrutural.

Vitral:
Técnica artesanal a frio para fabricação de vidro artístico. Existem dois processos: chumbo e fita de cobre. Consiste em encaixar pedaços de vidro em perfil de chumbo ou envolver os vidros com a fita de cobre e soldá-los.